|
|
| Quisera voar igual as gaivotas, |
| livre no ar, pelo ar livre |
| e os outros disseram: |
| -" Pobre Idiota, não sabe que voar é impossível". |
|
|
| Mas ele alçou seus sonhos para o céu |
| e pouco a pouco, foi ganhando altura |
| e os outros, ficaram no solo |
| olhando embasbacados. |
|
|
| E construiu, Castelos no Ar |
| em plena luz do sol, com nuvens de algodão, |
| num Lugar, onde nunca Nada |
pode chegar usando a Razão. |
|
|
| E construiu janelas fabulosas, |
| cheias de Luz, de Magia e de Cor |
| e convocou o Duende das Coisas, |
que tem muito a ver com o Amor. |
|
|
|
Nos outros, ao vê-lo tão
orgulhoso,
|
|
brilhou o alarme, se ditaram
normas,
|
| "Não façam que pode ser contagioso... |
| tratar de ser feliz daquela forma". |
|
|
| A conclusão, é clara e contundente, |
| condenaram-no por sua ousadia a conviver |
| de novo com as pessoas, vestido de gente. |
|
|
| Por construir Castelos no Ar em pleno sol, |
| com nuvens de algodão em um Lugar, onde |
| nunca Nada...pode chegar usando a Razão. |
| E por abrir janelas fabulosas, cheias de Luz, |
| de Magia e de Cor e convocar |
| o Duende das Coisas |
| que tem muito a ver com o Amor. |
|
|
| Aqui acaba a História do Idiota que pelo |
| ar, como o ar livre, quis voar como |
| as gaivotas...,mas isso é impossível..., |
| Ou não?... |
|
|
| "Não importa que creiam que tenhas perdido a |
| "Imaginação". |
| Muitas vezes vale a pena alçar os "Sonhos até |
| o Céu" |
| e perder a Razão".... |
| (Alberto Cortez) |
|
|